XVI FEIRA LAICA

Dias 26 e 27 de Junho
14H-20H
Bedeteca de Lisboa | Olivais
Dezasseis edições depois, a maior feira de edição independente do país regressa à sua mais regular casa de acolhimento, para dois dias de comércio cultural justo, convívio e música.
Destaca-se, nesta edição, os concertos (alinhamento em baixo); as actividades para os mais pequenos, com a Mini-Laica (oportunidade para os mais pequenos trocarem aquilo que já não querem) e histórias contadas; a tradicional banca da segunda mão (livros e discos); o mural “A ciência é minha mãe”, no espaço de exposições da Bedeteca e um workshop de tipografia assegurado pela Oficina do Cego.
 
 
Cartaz de José Cardoso
 

Alinhamento de actividades:
  Bancas de editores independentes:
A Estante, Ana Oliveira, projecto Apupópapa, Associação Chili Com Carne, Averno, zine B74, Blam Blam + Toys Are Evil, Contraprova, grupo Entropia, discos F.Leote + Ana Menezes, Imprensa Canalha, Mike Goes West, MMMNNNRRRG, Narcolepsia, autor Nevada Hill (EUA), Noori, Oficina do Cego, Opuntia Books, Pedro Gonçalves, Pedranocharco, Quarto de Jade (a confirmar), Reject'zine, Ruru Comix + Latrina do Chifrudo, Thisco,...
 
   
  Novidades editoriais:
  Destruição ou bandas desenhadas de como foi horrível viver entre 2000 e 2010 (Chili Com Carne), v/a
O Pénis Assassino (MMMNNNRRRG, 2ª edição), de Janus
A Segunda Vida de Djon de Nha Bia (Chili Com Carne), de Nuno Rebocho
To A stranger (Opuntia Books), de Tommi Musturi
 
   
  Workshops
  Atelier de tipografia
Brevíssima introdução aos processos de composição e impressão tipográfica de caracteres móveis.
Atelier prático: seguindo algumas instruções básicas, os inscritos poderão
manusear e utilizar os materiais disponíveis para compor e imprimir, numa prensa minerva, pequenos fragmentos de texto em formato postal.
Duração 2/3 horas | inscrição através do site da Bedeteca
 
   
  Mural
  “A ciência é minha mãe” (resposta gráfica à recente criação de vida em laboratório) nas paredes da sala de exposições da Bedeteca, por vários artistas.  
   
  Concertos
  Sábado:
Filipe Felizardo apresenta-se como Ovoo + Rudolfo;
Nevada Hill (violino + electrónica) com Pedro Sousa (saxofone);

nos jardins da Bedeteca de Lisboa, durante a tarde
Nuno Moita (electrónicas) e Gabriel Ferrandini (bateria + percussão)
na loja Trem Azul às 22h.
Domingo:
Filho da Mãe + Nevada Hill (violino + electrónica) com R- (electrónicas);
Travassos (electrónicas) e Manuel Gião (guitarra);

nos jardins da Bedeteca durante a tarde.
 
   
  No dia 26, Sábado, às 22h,.
  inaugura na Trem Azul uma exposição de desenhos
do artista norte-americano Nevada Hill,

que também dará um concerto com vários músicos portugueses.
Eis a formação dessa noite:
Nevada Hill (violino + electrónica), Pedro Sousa (saxofone),
Nuno Moita (electrónicas) e Gabriel Ferrandini (bateria + percussão)
 
   
   
  Nevada Hill é uma artista do Texas (EUA),
terra de contra-sensos, por um lado é repressiva e conservadora com a família Bush à cabeça mas por outro lado já nos ofereceu os músicos mais fritos de sempre como 13th Floor Elevators, Red Krayola, Butthole Surfers e Fuckemos… Nevada faz parte desta tradição de malta alucinada e virá visitar-nos a Lisboa!
Como músico integra-se nos Zanzinbar Snails, grupo de músicos e não-músicos interessados no Graal da Improv e na Experiência da auto-indução Drone. Com vários discos editados, também tem realizado outros projectos mais intimistas e fantasmagóricos como D&N, em que sons das tempestades texanas se fazem ouvir com guitarra calminha e objectos concretos de um rancho de filmes de cowboys.
Faz também bd e ilustração, usando a serigrafia e os zines como veículos DIY de divulgação. O seu zine Mass terá um terceiro número a sair em Lisboa! Recentemente participou nas antologias Excessive Force : Police everywhere, Justice Nowhere (Last Hours, 2009) e MASSIVE (Chili Com Carne, 2010), a primeira é inglesa onde publica uma bd sobre um desagradável encontro com a polícia, a segunda editada em Portugal participa com um desenho.