
Cartaz de José Feitor
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1ª feira laica
Dezembro 2004 / Freguesia de São Mamede
A primeira experiência de mercado livre e laico aconteceu ironicamente no Natal, congregando sujeitos aparentemente inconciliáveis:
os chamados novos artesãos, artistas gráficos, fanzinistas e os habituais piratas da segunda mão. Tudo a obedecer já à lógica que estabeleceria a Laica como o espaço de comércio cultural justo. Realizou-se na Junta de Freguesia de São Mamede, em Lisboa, e venderam-se desde originais deilustração, fotografia, fanzines, crafts, livros e discos em segunda mão, até bilhetes para uma improvisada sala de cinema, doces caseiros e embrulhos personalizados. |
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Cartaz de José Feitor
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2ª Feira Laica Junho 2005 / Bedeteca de Lisboa A feira alargou a sua dimensão e reuniu mais artistas gráficos para uma exposição e venda
de originais de ilustração e banda desenhada.
A secção de livros e discos em segunda mão teve um peso mais significativo e os fanzines
concentraram-se numa secção própria.
O artesanato urbano teve maior visibilidade pelo número e variedade de participantes que se inscreveram.
A gastronomia autonomizou-se, conseguindo um espaço simpático com uma pequena esplanada que acabou por ser uma das grandes atracções nos dias estupidamente quentes que se fizeram sentir. |
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Cartaz de José Feitor
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3ª Feira Laica Julho 2005 / PALMELA
(FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES DE RUA)
A acompanhar a actividade teatral e musical desta mostra internacional, a Laica esteve presente com uma venda de originais de ilustração, fanzines, roupa, acessórios e artesanato urbano. |
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Cartaz de José Feitor |
4ª Feira Laica
Julho 2006 / Bedeteca de Lisboa
O grande destaque desta edição foi “a maior feira de edição independente de sempre” acompanhada da exposição colectiva de artes gráficas «Tenho Visto Carteiristas». Nesta feira os livros e discos em segunda mão tiveram a sua maior representação de sempre, enquanto que o artesanato marcou presença com uma mostra mais pequena mas mais diversificada.
As novidades nesta edição foram a programação infantil e música a cargo do Samizdata Club. |
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Cartaz de José Feitor
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LAICA no ESPAÇO
Out, Nov e Dez de 2006 / Bar Espaço
A Laica deixou o seu terreno de eleição – a Feira, enquanto espaço de comércio cultural justo e de confronto de ideias – e aventurou-se no Espaço. No fundo, voltou a casa. Fruto de uma sinergia de contornos difusos, a iniciativa LAICA NO ESPAÇO combinou as infra-estruturas e o poder
mobilizador da Feira Laica com o potencial do bar Espaço, num cruzamento que ofereceu o melhor da cultura subterrânea e do comércio alternativo: concertos, exposições, pintura mural ao vivo, sessões de desenho automático, feiras de fanzines e trocas de discos.
A ocupação do Espaço atravessou os meses de Outubro, Novembro e Dezembro e culminou na 5ª Feira Laica.
Participaram nas exposições, na produção de materiais gráficos e no ciclo de pintura mural
os artistas André Lemos, José Feitor, Teresa Amaral, Piggy, Mina Anguelova, Filipe Abranches, Marcos Farrajota, Luís Henriques, João Maio Pinto, Jucifer, Lars Henkel, Daniel Lopes, Daniel Lima / Cátia Serrão, Artur Varela, Pedro Zamith, Lucas Barbosa, Edgar Raposo, Filipe Matos, João Fazenda, Marco Mendes, Miguel Carneiro, Marco Mendes, Janus, Marco Cerqueira, Carlos Pinheiro, Nuno Sousa, Joanna Latka, Bàrbara Rof, Rosa Baptista, Bruno Borges e o atelier Mike Goes West.
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Cartaz de José Feitor
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5ª Feira laica
Dezembro 2006 / Bar Espaço
Depois de uma laboriosa ocupação do bar Espaço durante três meses, realizou-se ali a Feira Laica, corolário dessa empreitada cultural independente a que se deu o nome de Laica no Espaço. Alojada desta vez num espaço noctívago por excelência, a Feira Laica ofereceu, mais uma vez, o melhor do comércio alternativo aliado a um ambiente de franca confraternização. Para combater a crise na quadra de grande oferta e estímulo consumista, proporcionou-se também o melhor da música e da literatura em segunda mão a preços
estupidamente irreais. Esta edição contou também com um concerto da Francisca Cortesão e uma noite cadela com o Samizdata Club. |
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cartaz de João Cunha |
Desastres no Espaço Fevereiro de 2007
Estaleiro Cultural Branca-a-Velha, Braga
Esta exposição resulta da trasladação, de Lisboa para Braga, dos restos mortais das quatro exposições realizadas durante a Laica no Espaço e que estiveram patentes nas salas do bar Espaço entre os meses de Outubro e Dezembro de 2006: Guerra Civil Portuguesa: Cenários; Grandes Desastres Históricos: Uma Antologia; Luta Livre: Coreografias Brutas e Animais no Espaço: Desastres Genéticos (experiência de desenho automático).
Alinhamento dos artistas: André Lemos,
João Maio Pinto, Jucifer, Rosa Baptista,
José Feitor, Luís Henriques, Lars Henkel,
Edgar Raposo, Teresa Amaral, Daniel Lopes,
Daniel Lima / Cátia Serrão, Ana Menezes, Joanna Latka, Filipe Abranches, Mina Anguelova,
Lucas Barbosa, Bàrbara Rof e Artur Varela.
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cartaz de João Cunha |
feira laica em oeiras Abril de 2007 / Mercado de oeiras
A Feira Laica levou até ao mercado de Oeiras a sua «habitual oferta de comércio cultural justo (artesanato urbano, fanzines, discos, livros, ilustração...) acompanhada de comes e bebes e muita animação. Estiveram presentes várias editoras independentes (Associação Chili Com Carne + MMMNNNRRRG + An Others Thinking + Edições Mortas, Imprensa Canalha, Opuntia Books, Thisco + El Prints, Mike Goes West, ...) e foram lançados os fanzines "Family Portraits", de André Lemos (Opuntia Books); "Suicide Reporté", de Sylvain Gérand (Opuntia Books) e "The Piolheira Blues - Tony S, el Bimbo", de Artur Varela. Os ambientes sonoros foram proporcionados por vários djs e pelo projecto M-Pex + beeper.
Um agradecimento especial ao João Cunha, grande mentor e executor desta Feira.
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cartaz de José Feitor |
6ª feira laica 1,2 e 3 de Junho
Integrada no Festival Portugal a Rufar 2007 Antiga fábrica Mundet / Seixal
A convite da associação Tocá Rufar a cooperativa Laica rumou até ao Seixal e montou arraiais. Os irmãos laicos estiveram separados. A malta do artesanato urbano ficou no recinto junto às comidas, em tendas próprias, enquanto os operários gráficos se instalaram de armas e bagagens no fabuloso Armazém do Champanhe Aglomerado (local onde eram produzidas as rolhas das garrafas de champanhe - a Fábrica Mundet operava com derivados de cortiça). O projecto era ambicioso: duas exposições (Chhiuuuuu! Os tom-toms ecoam nas profudezas da Selva, concebida propositadamente para o evento, e uma selecção do Grande prémio de Desenho, exposição organizada pelos confrades da Mula, do Porto) nas quais participaam um sem número de ilustradores nacionais que incluiam entre outros Filipe Abranches, Miguel Carneiro, Nuno Sousa, Arlindo Silva, André Lemos, Rosa Baptista, José Feitor, Jucifer e Ana Menezes, entre muitos outros, e uma oficina de Fanzines, orientada pelo João Bragança, a Joana Figueiredo e o José Feitor, na qual nos propunhamos trabalhar com crianças, através do desenho, e produzir depois um fanzine, com uma capa serigrafada. O objectivo não foi atingido, já que a fotocopiadora fornecida pela organização do festival não funcionava (!), mas a oficina acabou por ser bastante profícua graças à participação do atelier Mike Goes West que, usando um método artesanal de sensibilização directa do quadro de serigrafia, permitiu a criação de 8 serigafias originais para as capas dos fanzines. Os miúdos que participaram na oficina tiveram a oportunidade de experimentar a impressão serigráfica. Grande agitação gráfica!
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cartaz de Filipe Matos |
7
ª feira laica
BEDETECA DE LISBOA
23 e 24 de Junho de 2007
EXPOSIÇÃO TROPA MACACA
BEDETECA DE LISBOA
23 de Junho a 25 de Agosto de 2007
Vivendo já à sombra do estatuto adquirido (evento de contornos históricos, com a posteridade assegurada pela avidez da comunicação social) a Laica voltou à Bedeteca para uma feira de múltiplos recursos e novidades: uma mini-Laica, que permitiu a um punhado de comerciantes de palmo e meio uma primeira experiência no maravilhoso mundo da mercancia cultural; uma oficina de serigrafia dirigida pelo atelier Mike Goes West a seguir o trilho iniciado no Seixal, da qual resultaram 12 serigrafias originais com base em imagens criadas in loco por 12 ilustradores convidados {João Maio Pinto, Luís Henriques, Filipe Abranches, José Feitor, Jucifer, Alberto Corradi, Lucas Almeida, Joana Rosa Bragança, Pedro Brito, André Lemos, Miguel Carneiro e Rosa Baptista}; um sector de animação infantil bastante activo, com um atelier de fantoches de meia e actividades relacionadas com o imaginário da BD; dois concertos inolvidáveis {Tiago Guillull e Lobster} e uma importante exposição de ilustração [TROPA MACACA], que revela uma selecção do trabalho produzido durante o último ano por 25 artistas nacionais ou que trabalham em Portugal {José Feitor, Jucifer, João Maio Pinto, Edgar Raposo, Luís Henriques, Artur Varela, Zé, Miguel Carneiro, João Fazenda, Marco Mendes, Rui Vitorino Santos, Júlio Dolbeth, Bruno Borges, Ana Menezes, André Lemos, Filipe Abranches, Rosa Baptista, Nuno Sousa, Carlos Pinheiro, Sérgio Vieira, Daniel Lopes, Joanna Latka, Mina Anguelova, Joana Rosa Bragança e Christina Casnellie}.
Isto tudo, claro está para além da habitual oferta laica: artesanato urbano, muita e boa edição independente e os discos e livros em segunda mão.
Nota: A Máquina de Desenhar que esteve prometida para esta edição da Feira não fez a sua aparição devido a um atraso na sua produção. O aço fundido proveniente de Novrovorsk não chegou a tempo à metalurgia Ribeirense, onde a máquina estava a ser preparada, pelo que não se pôde acabar as porcas e parafusos indispensáveis à sua execução. Pelo facto, as nossas desculpas. Esse monstro gráfico fará a sua aparição noutro momento.
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cartaz de José Feitor |
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cartaz de Nuno Sousa |
feira laica no porto
MAUS HÁBITOS
15 de Novembro a 23 de Dezembro de 2007
EXPOSIÇÃO se cá nevasse fazia-secá ski
PORTO
Numa jogada de enorme ousadia e desfaçatez, a pandilha laica deixou a protecção da capital e, a convite dos correligionários da Mula e dos Maus Hábitos, instalou-se na cidade do Porto durante os meses de Novembro e Dezembro. As hostilidades iniciaram-se no dia 15 de Novembro, com a inauguração da exposição Se Cá Nevasse Fazia-se cá Ski, organizada pelo pessoal da Mula e que contou com a participação de Marco Mendes, Miguel Carneiro, José Feitor, André Lemos, João Maio Pinto, Nuno de Sousa, Carlos Pinheiro, Ana Torrie, Janus, Zé Cardoso, Mauro Cerqueira, Filipe Abranches, Rosa Baptista, Jucifer e Lucas Almeida. A noite foi abrilhantada por uma soberba actuação dos desenvoltos Lobster. A exposição em si mereceria mais tarde rasgadíssimos elogios da parte dos mais abalizados admiradores de arte contemporânea e ombreou, em número de visitas, com outros engodos culturais da cidade. Seguiu-se, já em Dezembro (12 e 13) um workshop de serigrafia de acordo com o Método Directo na Faculdades de Belas Artes do Porto, ministrado pelo atelier Mike Goes Wes, que obteve um retumbante sucesso ao reduzir a impressão serigráfica ao seu grau mais elementar perante o olhar incrédulo dos participantes. Antecipando a Feira propriamente dita, já no dia 14 à noite, nos Maus Hábitos, a agremiação musical João Peludo deu o mote para os dois dias de festa que se seguiriam. A Feira ocupou praticamente todos os espaços disponíveis do fantástico espaço dos Maus Hábitos, com a sua habitual oferta de comércio cultural justo que combinou artesanato urbano, edição independente, livros e discos em segunda mão e muito mais. No salão principal, Daniel Pires e o seu projecto Pinoteca animaram a feira com uma labuta incessante de pins de todas as naturezas. No espaço junto à sala de concertos, a Imprensa Canalha e o atelier Mike Goes West assentaram arraiais para a primeira mão do projecto Derby, que decorreu paralelamente à feira. Vários ilustradores de Lisboa e do Porto desenharam directamente sobre quadros de serigrafia, a pincel, usando um bloqueador à base de água. Mais tarde, essas imagens serão impressas em serigrafia, dando origem a uma experiência editorial inédita: um volume inteiramente serigrafado de acordo com o método directo. A primeira noite da Feira foi dinamizada pela Fanfarra Recreativa e Improvisada Colher de Sopa, num concerto memorável.
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cartaz de Nuno Sousa |
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cartaz de André Lemos |
10ª feira laica
BEDETECA DE LISBOA
28 de Junho de 2008
EXPOSIÇÃO åbroïderij! HA!
BEDETECA DE LISBOA
28 de Junho a 13 de setembro de 2008 Em regime experimental de mudança de formato (pela primeira vez a feira durou apenas um dia), mais curto mas intenso, a Laica manteve a sua órbita imperturbável, em demanda de outros mundos. Para além da habitual oferta de comércio cultural justo (livros e discos em segunda mão, edição independente, artesanato urbano, exposição de artes gráficas, serigrafia …) o programa de festas desta edição foi arrojado e irresistível:
O Atelier Mike Goes West e o José Feitor fizeram uma pequena demonstração de serigrafia e gravura, tendo os visitantes a oportunidade de interagir com os acima referidos e de lhes colocar miríades de questões interessantes e pertinentes sobre os seus ossos do ofício.
Inaugurou-se a Magna exposição åbroïderij! HA! – International Graphic Arts Exhibition, em que participaram cerca de 4 dezenas de artistas gráficos nacionais e internacionais. Um projecto arrojado comissariado em registo de cadáver esquisito. Com André Lemos, João Rubim, José Feitor, Jucifer, Ilan Manouach (gr), Guillaume Soulatges (fr), Fabio Zimbres (br), Bruno Borges, Joanna Latka, Nuno Neves, Richard Câmara, Miguel Carneiro, Cátia Serrão, Luís Henriques, Rosa Baptista, Daniel Lima, Zé Cardoso, Rui Vitorino Santos, Júlio Dolbeth, Joana Rosa Bragança, Lucas Almeida, Pedro Zamith, João Maio Pinto, Teresa Amaral, Pedro Lourenço, Bráulio Amado, Christina Casnellie, Lucas Barbosa, Sérgio Vieira, Artur Varela, Ana Menezes, João Fazenda, Rafael Gouveia, Stevz (br), Christopher Webster (uk), Filipe Abranches, Marco Mendes, dice industries (ale), Kolbeinn Karlsson (sue), Gianluca Costantini (it), Daniel Lopes, Pauliina Mäkelä (fi), Maria Pia Cinque (it), Andrea Bruno (it), Amanda Vähämäki (fi), Igor Hofbauer (cro), Kai Pfeiffer (ale) e Ulli Lust (ale).
O Pedro Zamith executou um excepcional mural escatológico.
Verificou-se uma autêntica enxurrada de novidades editoriais entre as quais se destacam Alçapão - Fanzine de arquitectura dura #2 (OA/DP), v.a; Antibothis, vol 2 (col. THISCOvery CCChannel; Chili Com Carne + Thisco), v.a; Cabeça de Ferro (Imprensa Canalha); Noitadas, Deprês e Bubas (col. Mercantologia; Chili Com Carne) de Marcos Farrajota; Ópera de Sabão, fanzine de Robô Maria; POST SHIT ffanzine de jucifer e Micro-Aviões – Os aviões mais rápidos do mundo, de Manuel Leitão.
Fez-se a segunda edição da Guerrilha Laica, exposição feita com base em trabalhos de jovens promessas gráficas.
A animação infantil foi forte, com as actividades: o Espelho meu… {os primeiros passos no mundo atribulado do auto-retrato}, a Mini-Laica {segunda edição daquela que é já uma consolidada e inacreditável primeira experiência no mundo dos negócios} e Folguedos Avulsos {do jogo da macaca ao toca e foge}.
A Máquina de desenhar, esse inacreditável monstro gráfico mecânico, fez finalmente a sua aparição, após uma primeira tentativa gorada. Aceitou pedidos de crianças dos 9 aos 99, desenhando automaticamente qualquer objecto ou fantasia, naquela que foi uma experiência inolvidável: a união poligâmica perfeita entre a ciência, a indústria e a arte. Brrrrrrrrrrr.
Houve música para todos os gostos com o venerando Presidente Drógado e a extática orquestra Riding Pânico.
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cartaz de José Feitor |
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